domingo, 28 de fevereiro de 2010

Inexorável

Ele caminhava sob mil Fúrias...

A tempestade se abateu com trovões retumbantes
Mas ele prosseguiu
Veio a nevasca inclemente, pesada como rochedos
Ele apenas continuou
Ventos cortantes sopravam, frios como a morte
Ele não parou
Tornados, furacões, ciclones destruidores
Ele não se abateu
O Sol causticante o queimava como chamas famintas
Ele resistiu

Ele caminhava sob mil Fúrias...

Um comentário:

vinicius disse...

Se você trocasse o "ele" por "ela" poderíamos chamar este poema de "Ode à Elvira"...

Abração